Sopa de peixe do rio
Esta sopa tem a sua origem na cozinha tradicional das populações “Avieiras” fixadas nas zonas Ribeirinhas ao longo do Rio Tejo, a partir de Santarém, numa época em que o Rio constituía para elas a sua grande e principal fonte de recursos.
Pode-se obter esta sopa de uma só ou várias espécies de peixe do rio (sável, saboga, fataça, barbo).
Tudo que nela entrevem são produtos de origem vegetal, que a tornam muito saudável e recomendável (Peixe do Rio, Cebola, Alho, Louro, Tomate Maduro, Salsa, Coentros, Malagueta e Sal).
Trata-se de obter uma base onde é introduzido o peixe desfiado mas depois de cozido e limpo, de peles e espinhas, acrescentando-se a esta base a água de coser o peixe que for considerada necessária.
Uma vez pronta, esta sopa, leva umas tiras finas de pão torrado que normalmente é um aproveitamento de pão endurecido.
Sendo uma sopa com origem em meios bastante pobres fica bem em qualquer Mesa Rica.
Cruzamento da Rua Madre Teresa de Calcutá com a Rua Soeiro Pereira Gomes, visto da Escola Dr. Ginestal Machado, em 2005
Da varanda do Teatro Sá da Bandeira
Zona de S. Domingos
Bairro 16 de Março demolido
Pega a Mirandela
Francisco Pereira Coutinho, Miguel Sepúlveda, Francisco Bragança, Gonçalo Ribeiro Telles, António Narciso, Nuno Netto, Mingas Megre e Gonçalo Sepúlveda quando o grupo foi pegar a Mirandela, em 1975
Imagem e texto retirados do site dos Forcados Amadores de Santarém








