Santarém desaparecida – imagens de calçada portuguesa (2)
3.º Visconde de Santarém
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Filho do 2.º visconde de Vila Nova da Rainha, António de Barros Saldanha Sousa Mesquita Macedo Leitão e Carvalhosa e de D. Sofia Elisa Morales Valverde, viscondessa de Vila Nova da Rainha.
Neto paterno do 2.º visconde de Santarém foi-lhe concedido este título por D. Carlos I. Inclinado à vida diplomática, cursou o curso superior de letras e foi adido à legação de Portugal em Paris. Mantendo um fervoroso culto pelo sou ilustre avô, o 2.º visconde de Santarém, publicou em 1910 dois grossos volumes com os opúsculos e artigos esparsos daquele grande patriota e diplomata.
Caixa Postal n.º 3 de Santarém
Caixa Postal, utilizado na recolha das correspondências na cidade de Santarem. Trata-se de um modelo implantado depois de 1821, aquando da introdução da distribuição domiciliária.*
*in 200 Anos de Caixas e Marcos Postais, FPC, 2001, p.22-23
Rua Guilherme de Azevedo – anos 80
Ponte sobre o Tejo
Cédulas emitidas pela Câmara Municipal de Santarém
Durante a grave crise económica que afectou Portugal no final da I Grande Guerra e, essencialmente, nos anos imediatos ao pós-guerra, muitos cidadãos resolveram amealhar as moedas que se encontravam em circulação, visto que o valor do seu metal era superior ao próprio valor facial das moedas.
Verificou-se, assim, uma falta significativa de moedas de valor facial mais baixo, pelo que, principalmente entre 1919 e 1922, várias instituições emitiram cédulas que vieram suprir essa escassez de trocos. Câmaras Municipais, Associações Comerciais e Industriais, Misericórdias, Mercearias, Papelarias, centenas de instituições, emitiram essas cédulas, cujo valor variava, na sua maioria, entre um e vinte centavos.









